
Ela era uma pessoa como nós somos. Amava. Dormia. Sorria. Dançava. Chorava. Mas tinha uma coisa diferente de todos nós, ela simplesmente guardava as dores de todos e a própria dor, para ela mesma. Ela estava se corroendo por dentro. Precisava de ajuda. A sua ajuda foi seu coração. Pois ela tinha amor, ela tinha família e amigos que a amavam.
Ele era uma pessoa totalmente diferente de todos nós. Se drogava. Bebia. Não sentia. Mas no fundo, ele simplesmente estava sentindo dor. Sentia a dor da exclusão da família, a dor de não ter atenção, a dor de não ser amado, a dor de não ter amigos verdadeiros. Somente seu amigo era ele e a solidão.
Os dois, são pessoas como todos, sentem dor, mas cada um se expressa de um jeito. E cada um tem os seus motivos por terem a dor na mente.
Os dois, ela era toda "perfeitinha" e ele o todo "drogado", mas um podia ajudar o outro a controlar a dor que sentiam, apenas com um beijo, um abraço, apenas com um olhar apaixonado, a dor passa, e todos os motivos pelos quais eles se sentiam daquele jeito era esquecido, mas apenas por alguns segundos ou até minutos e depois disso, volta tudo como era antes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário